sexta-feira, julho 29, 2011

Em meio à multidão
Não há olhos que me enxerguem
Não há nada que me dissolva em sede de vida
E a alma é água que evapora
Brincando de formas no céu da existência

Hoje sou eco
Amanhã, distância
Os dias passam como cenários
Como se da janela de um trem
Minhas esquecidas memórias
Acenassem para mim

2 comentários:

André Vianna disse...

Dificilmente o Mestre Soriano é menos do que perfeito.

Fantástico!

Claudia Perotti disse...

Muito sentido e bonito!
Beijinhossss