sábado, fevereiro 11, 2006

Promissão

Já posso partir
Todos os restos deixados, partidos, pontiagudos,
não sangram mais às mãos destino
Tênue é o pensar com os próprios pensamentos
Aquilatado é o que consumimos enquanto dormimos
os dias de nossa fugaz inteligência

O sangue é meu soro
Em gotas passam-se os dias
Existo porque penso,
Logo, vivo?

Meus sonhos tem janelas
a convidar-me a ver o que sou
correndo lá onde minha liberdade é vento fresco
Emudeço e no silêncio
descrevo-me sem necessitar das palavras

3 comentários:

Lu Cavichioli disse...

Poema show, amigo Soriano!

Apaudindo de pé!!

Beijo da Lu

ELAINEMALMAL disse...

porrrrrrrrrrrrrrrrrra, meu !!!!!!que poema!!!!.

rsrsrrsrs, não dá pra ser outro comentário que não esse, vc nesse poema, mostra toda amplidão de Alma Antiga, tá lindo demais....

bijo grannnnnndão

malmal

silvia paiva disse...

Soriano meu querido

Passei pra visita-lo
Ler seus poemas e tomar "aquele" café...

Beijo grande